
quarta-feira, agosto 26, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009
momento ZEN
sábado, agosto 22, 2009
POESIA PORTUGUESA, breve história
In: Boletim Informativo - Serviços de Bibliotecas
Fundação Calouste Gulbenkian
sexta-feira, agosto 21, 2009
domingo, agosto 16, 2009
Efeito nocivo prolongado da bomba atómica

“Este é o efeito de uma bomba atómica: quando acreditas que o pior já passou, ela volta para te assombrar”. O relato é de um dos sobreviventes de 9 de Agosto de 1945, no final da II Guerra Mundial. Katsuji Yoshida tinha 13 anos, nessa altura, e ainda vive em Nagasaki, sem uma orelha, com pele descamada e com costelas partidas que nunca se emendaram.
Os efeitos desta arma explosiva são duradouros e uma equipa de investigadores conseguiu fotografar emissões radioactivas provenientes de células de pessoas que morreram, em 1945, aquando da bomba atómica de Nagasaki.
As imagens são a evidência de que restos mortais de quem a morte foi provocada por razões nucleares continuam a emitir radiações mesmo após passarem mais de 60 anos, segundo explicou Kazuko Shichijo, docente da Universidade de Nagasaki e membro do grupo de cientistas que leva a cabo o estudo.
O estudo sobre os efeitos da exposição interna às radiações tem tido poucos progressos. Esta equipa de investigação é a primeira a conseguir provar que vítimas de bombas atómicas podem ser expostas à radioactividade tanto externa com internamente.
Shichijo e os seus colegas provaram, segundo uma perspectiva patológica, que a exposição era igualmente interna e a descoberta pode agora perceber quais são as consequências na saúde, que antes não tinham sido desvendadas e mesmo ignoradas em Hiroshima e Nagasaki.
Radiação idêntica à de plutónio
A equipa de cientistas analisou amostras anatómicas de sete pessoas entre 20 e 70 anos, que morreram naquela altura, sob uma exposição atómica entre 0,5 e um quilómetro do hipocentro da arma nuclear.
As fotografias tiradas a partículas alpha mostraram radiações de linhas negras vindas de células de ossos, rins e pulmões de vítimas e o resultado determinou que eram idênticas em duração e emissão às do plutónio usado na bomba de Nagasaki.
In: CiênciaHoje
sábado, agosto 15, 2009
O Valor da Ingenuidade
O maior perigo que corre o ingénuo: o de querer ser esperto. Tão ingénuo que cuida, coitado, de que alguma vez no mundo o conhecimento valeu mais do que a ingenuidade de cada um. A ingenuidade é o legítimo segredo de cada qual, é a sua verdadeira idade, é o seu próprio sentimento livre, é a alma do nosso corpo, é a própria luz de toda a nossa resistência moral.Mas os ingénuos são os primeiros que ignoram a força criadora da ingenuidade, e na ânsia de crescer compram vantagens imediatas ao preço da sua própria ingenuidade.
Raríssimos foram e são os ingénuos que se comprometeram um dia para consigo próprios a não competir neste mundo senão consigo mesmos. A grande maioria dos ingénuos desanima logo de entrada e prefere tricher no jogo de honra, do mérito e do valor. São eles as próprias vítimas de si mesmos, os suicidas dos seus legítimos poetas, os grotescos espanatalhos da sua própria esperteza saloia.
Bem-haja o povo que encontrou para o seu idioma esta denunciante expressão da pessoa que é vítima de si mesma: a esperteza saloia. A esperteza saloia representa bem a lição que sofre aquele que não confiou afinal em si mesmo, que desconfiou de si próprio, que se permitiu servir de malícia, a qual como toda a espécie de malícia não perdoa exactamente ao próprio que a foi buscar. Em português a malícia diz-se exactamente por estas palavras: esperteza saloia.
Parecendo tão insignificante, a malícia contudo fere a individualidade humana no mais profundo da integridade do próprio que a usa, porque o distrai da dignidade e da atenção que ele se deve a si mesmo, distrai-o do seu próprio caso pessoal, da sua simpatia ou repulsa, da sua bondade ou da sua maldade, legítimas ambas no seu segredo emocional.
Porque na ingenuidade tudo é de ordem emocional. Tudo. O que não acontece com as outras espécies de conhecimento onde tudo é de ordem intelectual. Na ordem intelectual é possível reatar um caminho que se rompeu. Na ordem emocional, uma vez roto o caminho, já nunca mais se encontrará sequer aquela ponta por onde se rompeu.
O conhecimento é exclusivamente de ordem emocional, embora também lhe sirvam todas as pontas da meada intelectual.
(Almada Negreiros)
segunda-feira, agosto 10, 2009
Vírus da Gripe A

Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.
domingo, agosto 09, 2009
ADEUS RAUL
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Ciência e Meio Ambiente
PEQUIM - Cientistas chineses acabaram de descobrir comunidades de entre 10 e 20 ursos panda, animais solitários que só se encontram com outros na época do acasalamento, vivendo juntos em cavernas nas montanhas, informou neste domingo a imprensa oficial.
A descoberta de sete comunidades de pandas nas montanhas Qinling, na província de Shaanxi, pode mudar as ideias estabelecidas sobre este animal, que é símbolo da nação chinesa e corre risco de extinção.
Os grupos descobertos quase não se relacionam entre si, salvo quando se encontram por acaso na floresta enquanto procuram comida.
Também é surpreendente o fato de as "famílias", para evitar a endogamia, expulsarem as fêmeas da comunidade quando elas completam dois anos e conservarem os filhotes machos, que, no futuro, "aceitarão" na comunidade ursas expulsas de outras cavernas.
As comunidades de pandas sabem reconhecer se um indivíduo pertence a sua "família" ou não pelo cheiro de seus excrementos, disse Yong Yange, diretor do instituto de pesquisa da reserva natural de Foping, onde vivem os animais.”
In: estadao.com.br
sábado, dezembro 30, 2006
“Olho por olho e dente por dente”
“Morte e vida estão no poder da língua,
e quem a ama comerá os seus frutos.”
Prov. 18:21
Que horror!!!
quinta-feira, dezembro 28, 2006
sábado, dezembro 23, 2006
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Orgasmo global
A data não foi escolhida ao acaso, porque «este é o primeiro Orgasmo Sincronizado Anual Global para a Paz, até ao solstício de Dezembro de 2012, altura em que o calendário Maia termina, e há um novo recomeço». A explicação é dada numa «declaração de missão» publicada no site da Global Orgasm.
«O objectivo [da iniciativa] é que os participantes concentrem todos os seus pensamentos na paz durante e depois do orgasmo», acrescenta a nota, com um esclarecimento: «A combinação de alta energia orgásmica combinada com uma vontade intensa pode ter um efeito maior do que a meditação e as orações em massa».
quarta-feira, dezembro 20, 2006
terça-feira, dezembro 19, 2006
A minha cara, metade
Por “julgar” que tudo não passa
Dum sonho de ti
Bela Sidónio
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Fernando Pessoa
Excerto de uma carta de Fernando Pessoa dirigida a Adolfo Casais Monteiro, sobre a origem dos seus heterónimos. Publicada na revista «Presença», n.º 49, Junho, 1937.“Álvaro de Campos nasceu em Tavira, no dia 15 de Outubro de 1890 (às 1,30 da tarde, diz-me o Ferreira Gomes; e é verdade, pois, feito o horóscopo para essa hora, está certo). Este, como sabe, é engenheiro naval (por Glasgow), mas agora está aqui em Lisboa em inactividade. Caeiro era de estatura média, e, embora realmente frágil (morreu tuberculoso), não parecia frágil como era. Ricardo Reis é um pouco, mas muito pouco, mais baixo, mais forte, mas seco. Álvaro de Campos é alto (1,75 m. de altura, mais 2 cm. do que eu), magro e um pouco tendente a curvar-se. Cara rapada, todos – o Caeiro louro sem cor, olhos azuis; Reis de um vago moreno mate; Campos entre branco e moreno, tipo vagamente de judeu português, cabelo liso e normalmente apartado ao lado, monóculo.
Caeiro, como disse, não teve mais educação que quase nenhuma – só instrução primária; morreram-lhe cedo o pai e a mãe, e deixou-se ficar em casa, vivendo de uns pequenos rendimentos. Vivia com uma tia velha, tia-avó. Ricardo Reis, educado num colégio de Jesuítas, é, como disse, médico; vive no Brasil desde 1919, pois se expatriou espontaneamente por ser monárquico. É um latinista por educação alheia, e um semi-helenista por educação própria. Álvaro de Campos teve uma educação vulgar de liceu; depois foi mandado para a Escócia estudar engenharia, primeiro mecânica e depois naval. Numas férias fez a viagem ao Oriente de onde resultou o «Opiário». Ensinou-lhe latim um tio beirão que era padre.
Como escrevo em nome desses três?...
Caeiro por pura e inesperada inspiração, sem saber ou sequer calcular que iria escrever. Ricardo Reis, depois de uma deliberação abstracta, que subitamente se concretiza numa ode. Campos, quando sinto um súbito impulso para escrever e não sei o quê. (O meu semi-heterónimo Bernardo Soares, que aliás em muitas coisas se parece com Álvaro de Campos, aparece sempre que estou cansado ou sonolento, de sorte que tenha um pouco suspensas as qualidades de raciocínio e de inibição; aquela prosa é um constante devaneio. É um semi-heterónimo porque, não sendo a personalidade a minha, é, não diferente da minha, mas uma simples mutilação dela. Sou eu menos o raciocínio e afectividade. A prosa, salvo o que o raciocínio dá de «ténue» à minha, é igual a esta, e o português perfeitamente igual; ao passo que Caeiro escrevia mal o português, Campos razoalvelmente mas com lapsos como dizer «eu próprio» em vez de «eu mesmo», etc., Reis melhor do que eu, mas com um purismo que considero exagerado. O difícil para mim é escrever a prosa de Reis – ainda inédita – ou de Campos. A simulação é mais fácil, até porque é mais espontânea, em verso).”
domingo, dezembro 17, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Maria José Morgado

A actual procuradora-geral adjunta foi nomeada para dirigir e coordenar todos os processos relativos ao caso Apito Dourado. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o objectivo é «uma coordenação eficaz» para a «descoberta da verdade material»
Um forte aplauso, Senhor Procurador-Geral da Republica!
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Circuncisão reduz os riscos de contrair SIDA
Estes estudos foram financiados pelo Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID), que faz parte do Instituto Nacional de Saúde (NIH) e pelos Institutos de Investigação em Saúde do Canadá (IRSC).
«Estes resultados são de um grande interesse para as políticas de saúde pública e para as que põem em marcha programas generosos de prevenção contra a sida», congratula-se o director do NIH, Elias Zerhouni, num comunicado.
Todavia, o director do NIAID adverte contra a ideia de que a circuncisão constitua uma protecção total contra o vírus.
«É muito claro que isto não é um substituto (de uma protecção) mas apenas mais uma. Por isso, esperamos que as mensagens de prevenção insistam em que isso não é o equivalente a uma protecção total», advertiu Fauci.
In: Diário Digital / Lusa
quarta-feira, dezembro 13, 2006
A festa do 250o aniversário de Mozart
Fundação Internacional Mozart disponibilizou gratuitamente na Internet a obra completa do compositor. No site http://dme.mozarteum.at estão todas as partituras de mais de 600 obras do compositor.
O site permite aos visitantes localizar sinfonias, árias ou até linhas específicas de música em cerca de 24 mil páginas de partituras.
«Tivemos 45 mil acessos nas primeiras duas horas. Não esperávamos tanto», disse o director do programa, Ulrich Leisinger, à agência Reuters.
Um utilizador que escrever «Pamina», da ópera «A Flauta Mágica», encontrará a partitura das cinco árias que ela canta, assim como textos de crítica discutindo os trechos.
A versão disponibilizada na Internet é uma cópia digitalizada de «Mozart Nova Edição», publicada pela editora Barenreiter, de Kassel, na Alemanha.
A obra é considerada o «padrão ouro» das edições de Mozart, e Leisinger disse que a Barenreiter recebeu 400 mil dólares pelos direitos de publicação digital.
O projecto foi financiado pelo Instituto de Humanidades Packard, de Los Altos, na Califórnia.
In: Diário Digital














